
Quando acontece algum tipo de conflito armado entre Trump e outro líder político, aqueles que são ligados à esquerda faltam pouco para classificarem o Presidente dos EUA como o apocalíptico “Anticristo”.
Vimos um exemplo claro disso quando até líderes Católicos progressistas (sic) vieram a público para afirmar que o Presidente Trump é mau porque confrontou o Ditador Nicolás Maduro, ou a vontade era chamá-lo de Demônio?
Todavia, ao fazermos um revisionismo histórico e traçarmos um paralelo entre as ações de Trump e Ali Khamenei no quesito “democracia”, nos deparamos com diferenças abissais. Enquanto o Presidente americano devolveu aos hospitais católicos o direito à liberdade de crença e de objeção de consciência para recusar tratamentos de aborto e esterilização, que seu antecessor, Barack Obama, o queridinho da esquerda mundial, quis rechaçar através da força draconiana da Lei, Ali Khamenei, nos seus quase 40 anos de poder, cometeu reiterados atentados contra a liberdade democrática do povo iraniano. O episódio mais recente foi a morte de milhares de manifestantes que protestaram pacificamente contra o regime ditatorial do referido Aiatolá.
Não obstante, o Presidente Lula, ao se manifestar sobre o ataque dos EUA e de Israel contra o Irã, disse ser contra sob a justificativa de que os conflitos devem ser resolvidos no diálogo, e os direitos internacionais, respeitados.
Fica a seguinte pergunta ao Presidente Lula: os direitos humanos são internacionais, mas qual deles o Ditador Iraniano respeitou em vida?
Porque a mesma esquerda, que diz defender as minorias, não faz nenhuma menção de repúdio aos inúmeros casos de prisões e torturas de mulheres da parte de Ali Khamenei através da chamada “polícia da moralidade”?
Não se trata de “endeusar” o Presidente Trump, muito menos o Primeiro-Ministro de Israel, porém, havendo uma ameaça de expansão de uma teocracia islâmica através do poder nuclear, toda ajuda para combatê-la será sempre bem-vinda!
