
O adolescente de 14 anos que teve a cabeça pisoteada por outros alunos na porta de uma escola em Samambaia Norte, no Distrito Federal, ainda enfrenta as consequências do ataque. Segundo a mãe, o jovem tem dificuldade para dormir devido ao trauma.
De acordo com ela, as lembranças se intensificam durante a noite. Por isso, a família tenta ajudar o adolescente a retomar a rotina e superar o episódio.
Trauma após agressão
O caso aconteceu na última semana, quando o estudante foi espancado com socos e pisões durante uma briga. Desde então, a mãe afirma que busca formas de ajudar o filho a seguir em frente.
“Ele precisa voltar às atividades habituais, brincar e não ficar isolado em casa revivendo o que aconteceu”, disse.
Estado de saúde
No dia da agressão, a mãe encontrou o adolescente desorientado ao chegar à escola. Em seguida, ela levou o filho ao hospital.
Segundo relato, os médicos identificaram uma lesão na cabeça e mantiveram o jovem em observação. Além disso, ele apresentou febre de 39°C no mesmo dia.
Pedido por justiça
A mãe cobra responsabilização dos envolvidos. Para ela, o caso não pode ficar impune.
“Não aceito que a violência sofrida pelo meu filho fique sem resposta. Quero que os responsáveis sejam responsabilizados e que medidas evitem novos casos”, afirmou.
Ela também destacou a importância da educação familiar. “Hoje foi com meu filho. Graças a Deus, ele está aqui. Agora é seguir orientando e educando”, completou.
Como aconteceu a agressão
Imagens divulgadas nas redes sociais mostram um grupo de estudantes ao redor de dois adolescentes durante a briga. Inicialmente, os envolvidos trocam socos e puxões de cabelo.
Em seguida, um deles consegue derrubar o outro. Nesse momento, uma terceira pessoa entra na confusão e passa a agredir o jovem caído.
Atuação das autoridades
Segundo a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), dois meninos e uma menina participaram da briga. Após o ocorrido, a equipe levou o adolescente ferido ao hospital.
Além disso, os policiais encaminharam o agressor e o pai da vítima à Delegacia da Criança e do Adolescente (DCA).
Posicionamento da escola
A Secretaria de Educação do Distrito Federal informou que a equipe da escola prestou os primeiros atendimentos e acionou o Samu.
Além disso, a pasta afirmou que adotou medidas pedagógicas e disciplinares, com participação das famílias. O caso segue sendo monitorado.










