
O Ministério da Saúde iniciou a distribuição da insulina glargina no Sistema Único de Saúde (SUS). O novo medicamento substituirá gradualmente a insulina NPH no tratamento de pacientes com diabetes tipo 1 e tipo 2. Além disso, a nova opção oferece ação mais prolongada, reduz o risco de hipoglicemia e, na maioria dos casos, permite apenas uma aplicação por dia.
O Distrito Federal participa do projeto-piloto desde abril e já possui estoque da nova medicação. Além disso, outros 16 estados receberam o medicamento. Ao todo, o Ministério distribuiu mais de 254 mil tubetes de insulina glargina e 52.350 canetas reutilizáveis. A expectativa é atender inicialmente cerca de 500 mil pacientes. Segundo a pasta, todos os estados deverão receber os insumos até o fim de julho.
A nova insulina atenderá pessoas de 2 a 18 anos incompletos com diabetes tipo 1 e idosos com 70 anos ou mais com diabetes tipo 1 ou tipo 2. No entanto, o paciente precisará passar por avaliação médica em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) para receber a prescrição. Após a aprovação clínica, poderá retirar o medicamento na rede pública. Em muitos casos, a mudança também reduzirá o número de aplicações diárias, tornando o tratamento mais prático.











