Homem é preso suspeito de matar e queimar gato em condomínio de SP

O caso aconteceu na tarde deste sábado (16) e revoltou moradores da região.

Arte Da Capa Da Mat Ria Do Site 1000 X 750 Px 60 2
Imagem Folha do ES -

Por: Leandro Bettecher

Um homem de 21 anos foi preso em flagrante suspeito de matar e queimar um gato em um condomínio localizado no centro de Garça, no interior de São Paulo. O caso aconteceu neste sábado (16) e provocou revolta entre moradores da região.

De acordo com o boletim de ocorrência, um vigia encontrou o corpo do animal dentro de uma churrasqueira na área de lazer do prédio. Assim que percebeu a situação, ele acionou a Polícia Militar.

Quando chegaram ao local, os policiais encontraram uma garrafa com óleo de cozinha e um galão com vestígios de combustível próximos à churrasqueira. Por isso, a suspeita de crime ganhou ainda mais força durante a investigação inicial.

Circuito interno ajudou na investigação

A Polícia Civil analisou as imagens do sistema interno de segurança do condomínio. A partir das gravações, os investigadores identificaram um morador como principal suspeito do crime.

Apesar disso, as imagens não foram divulgadas oficialmente pelas autoridades.

Os policiais localizaram o suspeito dentro do próprio apartamento e realizaram a prisão em flagrante. Entretanto, durante a audiência de custódia na Central de Polícia Judiciária de Marília, a Justiça decidiu liberar o rapaz para responder ao caso em liberdade.

Mesmo após a soltura, ele continuará sendo investigado pelo crime ambiental de maus-tratos a animal com resultado morte.

Crime gerou indignação entre moradores

O caso causou forte repercussão entre moradores do condomínio e também nas redes sociais. Afinal, situações de violência contra animais costumam provocar grande mobilização popular.

Além disso, entidades de proteção animal reforçaram a importância das denúncias em casos de maus-tratos. Segundo especialistas, a legislação brasileira prevê punições mais severas quando há morte do animal.

Polícia ainda apura detalhes

A Polícia Civil informou que ainda não conseguiu confirmar se o gato pertencia a algum morador do condomínio. Enquanto isso, os investigadores aguardam novos laudos periciais para esclarecer completamente o caso.

Além da análise técnica, testemunhas também devem prestar depoimento nos próximos dias. Dessa forma, a polícia pretende entender a motivação do crime e verificar se houve participação de outras pessoas.

O caso segue em investigação.


Isso vai fechar em 7 segundos