
A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu em flagrante, nesta quarta-feira (25/2), Beatriz Elissandra Marques Carvalho, de 24 anos. A acusada filmou as sessões de tortura que praticou contra um homem que conheceu em um bar em Ceilândia. Além disso, a suspeita perseguiu a vítima até uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) com o objetivo de “terminar o serviço”, conforme relataram as autoridades.
Dinâmica das agressões e registro em vídeo
De acordo com as investigações, Beatriz utilizou o próprio celular para registrar as agressões brutais e as humilhações impostas ao homem. Nesse sentido, os vídeos serviram como prova crucial para que os agentes confirmassem a violência ocorrida após o encontro no bar. Consequentemente, o material audiovisual revela o nível de crueldade da agressora, que utilizou objetos cortantes durante o crime.
Tentativa de invasão à UPA
Por outro lado, a violência não cessou após as sessões filmadas, pois a vítima conseguiu escapar e buscou socorro médico. Segundo a equipe de segurança da UPA, a mulher compareceu à unidade de saúde e tentou localizar o paradeiro do homem nos leitos de emergência. Ademais, Beatriz demonstrou agressividade no local, o que motivou o acionamento imediato da Polícia Militar para conter a ameaça.
Procedimentos legais e investigação
Em virtude das provas colhidas, os policiais autuaram Beatriz Elissandra em flagrante por tortura. Enquanto o homem recebe cuidados médicos sob proteção, os investigadores analisam o celular da suspeita para verificar se ela compartilhou as imagens com terceiros. Em suma, a ação rápida das forças de segurança impediu que a acusada concluísse o assassinato planejado após a tortura.
