ES ultrapassa 920 mil usuários de bicicletas e patinetes compartilhados

O Espírito Santo ultrapassou 920 mil usuários de bicicletas e patinetes compartilhados,

- Imagem ilustrativa gerada por IA

Uso de modais sustentáveis cresce no estado e reforça mudança no perfil da mobilidade urbana

O Espírito Santo já soma mais de 920 mil usuários de bicicletas e patinetes compartilhados, segundo dados divulgados por operadoras do serviço. O número reflete o avanço dos modais alternativos no estado e aponta uma mudança gradual no comportamento da população em relação à mobilidade urbana.

Atualmente, os serviços estão concentrados principalmente na Grande Vitória, com destaque para Vitória, Vila Velha e Serra. Nessas cidades, o uso das bicicletas e patinetes ocorre tanto para deslocamentos diários quanto para lazer e turismo.

De acordo com as empresas responsáveis pela operação, o crescimento do número de usuários acompanha a ampliação da malha cicloviária e o aumento da busca por meios de transporte mais sustentáveis. Além disso, fatores como economia, praticidade e redução do tempo no trânsito impulsionam a adesão aos modais compartilhados.

Outro ponto relevante é a integração desses meios com o transporte público, o que facilita deslocamentos curtos e contribui para diminuir a dependência do automóvel.

O levantamento aponta que a maior parte dos usuários tem entre 18 e 45 anos. No entanto, o serviço também registra adesão crescente de pessoas acima dessa faixa etária, especialmente em trajetos de curta distância.

Além disso, o uso dos modais se intensifica nos fins de semana e em áreas próximas a orlas, parques e regiões turísticas.

Especialistas avaliam que a popularização das bicicletas e patinetes compartilhados contribui para a redução da emissão de poluentes e para a melhoria da fluidez do trânsito. No entanto, alertam para a necessidade de investimentos contínuos em infraestrutura, sinalização e educação no trânsito.

Segundo gestores públicos, novas ações estão em estudo para ampliar a segurança dos usuários e organizar o compartilhamento do espaço urbano entre pedestres, ciclistas e veículos.

As operadoras afirmam que estudam a expansão dos serviços para outras cidades capixabas. O objetivo é atender à crescente demanda e consolidar o Espírito Santo como referência em mobilidade sustentável na região Sudeste.