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PMV protege Secretário do Meio Ambiente sobre "farra" em Brasilia

PMV protege Secretário do Meio Ambiente sobre "farra" em Brasilia

A Prefeitura de Vitória, aparentemente, mentiu sobre o vereador e secretário do Meio Ambiente de Vitória "estar de férias" e que "não gastou dinheiro público", além de que não estava em "missão de trabalho".

  Por Jackson Rangel Vieira

  23.dezembro.2018 às 12:35Atualizado em 23.dezembro.2018 às 13:37

Logo após a denúncia do Portal da FOLHA DO ES denunciar suposta imoralidade pública do secretário do Meio Ambiente de Vitória-ES e Vereador, Luiz Emanuel Zouain, que foi flagrado urinando em praça pública, fonte de água, em Brasília, Capital, a Prefeitura de Vitória emitiu nota informando que o parlamentar e titular da pasta "estava de férias" e que não foi "utilizado dinheiro público".

A Prefeitura de Vitória, diante da grande repercussão do caso, comunicou, ainda, que vai abrir procedimento administrativo para apurar o caso. Entretanto, outro vídeo mostra e imagem da reunião de trabalho em Brasília, no dia do escândalo, 18, o secretário faz reunião de trabalho com a futura equipe do Meio Ambiente do presidente Jair Bolsonaro.

+ Secretário de Meio Ambiente de Vitória-ES urina na praça pública em Brasília (Vídeo)

A caso flagrante deixa a Prefeitura de Vitória em apuros, agravada com a nota de esclarecimento, pois não existe no diário oficial o decreto de férias do secretário e nem do seu assessor, Dárcio Bragarense , com quem esteve no dia do suposto crime de quebra de decoro parlamentar, suposta prevaricação e improbidade.

Quando a Prefeitura se manifesta informando que estava de férias, é uma forma de não vincular as impropriedade comportamentais do secretário. Quando disse que não utilizou dinheiro público, retira a responsabilidade de ser litisconsórcio no crime. Quando diz que não estava em Brasília em trabalho, tenta imputar responsabilidade somente aos protagonistas.

Assessor anunciando no dia que os trabalhos seguiriam cedo

Para piorar, quando comunica que abrirá procedimento administrativo para apurar os fatos, comete ato falho, pois se estava férias, não utilizou dinheiro do erário e nem estava a serviço, logo porque anunciar medidas cabíveis. A própria Câmara de Vereadores tem responsabilidade sobre a conduta do vereador na possibilidade latente da quebra do decora parlamentar, passível entre suspensão e até cassação.

Sobre frequentar o restaurante de luxo de Brasília com duas mulheres desconhecidas junto com seu assessor, só se configurará crime, depois de apurado, se pagamento da despesa foi realizado com o dinheiro público. Só estranha as férias, em vez com a família, com seu assessor na Capital do Brasil. Incomum!

Reunião de trabalho com o futuro ministro do Meio Ambiente


Fonte: folhadoes.com

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