DJ é espancado ao ser confundido com ladrão no dia do seu aniversário

DJ foi espancado por entregadores após ser confundido com ladrão de bicicleta no Rio de Janeiro. A vítima sofreu fratura no nariz, precisará de cirurgia e denunciou o caso nas redes sociais.

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- Foto: Reprodução/Redes socias

Um caso de violência urbana chocou moradores da Zona Sul do Rio de Janeiro, na quarta-feira (29). O DJ Bruno Vasconcelos Leitão, que completava 37 anos no mesmo dia, sofreu um espancamento após ser confundido com um ladrão de bicicletas no bairro do Catete.

Segundo o relato da vítima, ele utilizava uma bicicleta alugada por aplicativo quando três entregadores o cercaram. Em seguida, o grupo iniciou as agressões com socos e chutes, principalmente na região do rosto.

Agressão durante trajeto simples

Bruno afirmou que havia alugado a bicicleta apenas para comprar um bolo de aniversário. No entanto, os agressores acreditaram que ele havia cometido um furto momentos antes.

“Eu achei que fosse um assalto. Mostrei o aplicativo e expliquei que estava indo comprar um bolo porque era meu aniversário”, relatou o DJ nas redes sociais.

Apesar das explicações, os homens continuaram com as agressões. Eles justificaram a atitude ao citar o aumento de furtos de bicicletas compartilhadas na região.

Ferimentos e impacto

A vítima sofreu fratura no nariz, além de hematomas e escoriações pelo corpo. Por causa disso, ele precisará passar por cirurgia nos próximos dias.

Além disso, Bruno cancelou um compromisso profissional marcado para o dia seguinte. O episódio transformou a data de aniversário em um momento de trauma.

Pedido de desculpas e recuperação

Após perceberem o erro, os agressores pediram desculpas. Um deles chegou a ajudar com os custos de medicamentos.

Em nova publicação, o DJ informou que segue em recuperação e agradeceu o apoio recebido. Ele também destacou o impacto emocional da agressão.

“Estou bem e me recuperando. Arquivei o post porque estava me dando ansiedade. O objetivo é levar as pessoas ao pensamento crítico. A barbárie precisa parar”, escreveu.