
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento de todos os lotes da fórmula infantil 1ª e 2ª Infância, da marca Essentia Pharma, fabricada pela HKM Farmácia de Manipulação Ltda. Além disso, o órgão proibiu a fabricação, a venda, a distribuição, a propaganda e o uso do produto em todo o país.
Segundo a Anvisa, a empresa comercializava a fórmula infantil sem a regularização sanitária obrigatória para esse tipo de alimento. Além disso, a embalagem apresentava informações capazes de induzir os consumidores ao erro sobre possíveis autorizações e certificações.
Fórmula infantil não teve segurança comprovada
A Anvisa informou que a fórmula infantil não comprovou os requisitos obrigatórios de segurança, qualidade, composição nutricional e controle sanitário exigidos para produtos destinados a bebês e crianças pequenas.
Além disso, o órgão ressaltou que lactentes e crianças em desenvolvimento possuem maior vulnerabilidade a riscos relacionados à alimentação. Por isso, a agência decidiu suspender imediatamente o produto até a completa apuração do caso.
O que fazer se tiver a fórmula em casa?
A orientação da Anvisa é clara: pais e responsáveis devem interromper imediatamente o uso da fórmula infantil da Essentia Pharma.
Além disso, ninguém deve oferecer o produto a bebês ou crianças até nova orientação das autoridades sanitárias. Caso a criança tenha consumido a fórmula recentemente, especialistas recomendam atenção a possíveis reações adversas.
Se houver qualquer alteração no estado de saúde da criança, a recomendação é procurar atendimento médico rapidamente.
Venda e fabricação seguem proibidas
A decisão vale para todos os lotes da fórmula infantil 1ª e 2ª Infância da Essentia Pharma. Dessa forma, a empresa não pode fabricar, vender, distribuir ou divulgar o produto em território nacional.
Segundo a Anvisa, a medida integra ações de fiscalização voltadas à segurança alimentar e à proteção da saúde infantil.
Fórmulas infantis seguem regras rigorosas
As fórmulas infantis comercializadas no Brasil precisam cumprir regras rígidas relacionadas à composição nutricional, controle microbiológico, fabricação e rotulagem.
Além disso, fabricantes precisam passar por processos específicos de avaliação antes da liberação para venda. Com isso, os órgãos de fiscalização buscam garantir segurança e qualidade para bebês e crianças pequenas.










